17 de outubro de 2008
16 de outubro de 2008
Scream!
À sua volta uma sala cheia de gente. Ninguém a via. Ninguém lhe falava. Quando tentou sair, desaparecer dali, todos gritaram para que não o fizesse, e choraram, não a deixando sair. Ficou. E logo se viraram uns para os outros. À sua volta uma sala cheia de gente. Ninguém a via. Ninguém lhe falava. Não podia sair.
15 de outubro de 2008
10 de outubro de 2008
O Mundo que acabou.
É Natal e é Verão, alguém me explica isto? Não dá para explicar o que não tem sentido. O mundo acabou e eu aqui, na minha vida, à procura ainda de saber o meu lugar. Onde? No vazio que o mundo deixou ao acabar. Comem-se castanhas na primavera, e eu com isso? Lá fora a neve cai, mas lá fora não está nada porque o mundo acabou, naquele momento em que tudo explodiu. Antes da corda rebentar, sacrifiquei-me. Mais uma vez. O mundo acabou mas eu contínuo aqui, a assistir a uma decadência contínua. Às vezes o cansaço é tanto que só quero ficar debaixo de um carro. Que carro? Não existem, porque o mundo acabou. Prenderam-me aqui, foi o que foi. No vazio que o mundo deixou. Olho para as coisas e dá-me vontade de chorar… eu devia ter ido quando o mundo acabou. Agora não há carros. Merda do mundo que se esqueceu de me levar.
Moitas Flores procuram-se...
É vê-lo de manhã no programa da Fátima a falar de uns burlões, é vê-lo à noite no telejornal da sic a falar do casamento entre homossexuais, e, porque um dia não são dias, é vê-lo na manhã seguinte de novo no programa da Fátima a falar de um indivíduo julgado inocentemente.
6 de outubro de 2008
Reflexão
Como num grito, reclamo o que já fui. Esqueço-me de que andar para trás é atrasar-me eu, eu, esforço-me por evoluir. Tenho saudades do que ficou ontem guardado, tenho saudades de tudo o que disse, tudo o que fiz, tudo o que vi, tudo o que fui. Saudades, apenas isso, saudades. Sou o Eu de agora, e é este que tenho de viver. Com tudo o que tenho, ou não tenho, resta-me viver de acordo com aquilo que acredito, e isso, dinheiro nenhum pode comprar. Que me dêem a mão os que ainda em mim acreditam. Os outros? Lembrem-se sempre, julgar os outros é fácil, difícil é viver.
5 de outubro de 2008
Próximas compras


Eu quero, eu quero!
Não sei qual deles primeiro..estou confusa..à parte disso, juro que os vou ler. O Livro da Anatomia de Grey porque sou viciada na série, logo tenho de consumir tudo o que está relacionado com a mesma.
Falemos de Humor
Os Malucos do Riso. Não, não me fazem rir. É um bom exemplo daquilo que me pode saturar, mas lá estão eles, de pedra e cal, a aguentarem os shares do horário nobre...há coisas que não se entendem, não vale a pena tentar explicar.
Agora a sério, destaco, no momento actual, quatro ícones que alimentam o meu sentido de humor, são eles as Vip Manicure, o Herman José (seja em que registo for, não me cansa), os Gatos Fedorentos, e os Contemporâneos.
A Gisela do Masterplan por exemplo, fez-me rir. Oh se fez. Mas não é dela que falo, mas sim do belíssimo programa - que agora está a repetir na RTP Memória - Nico D'Obra. Ver a a Ana Zanatti, a dizer coisas como "Oh melher, tu na me digas nada", leva-me às lágrimas, tal como a capacidade de improvisação do Senhor Nicolau Breyner e Fernando Mendes que não param um momento para a pessoa respirar, e claro a inigualável Rosa Do Canto. Deixo-vos com o genério para vos avivar a memória.
1 de outubro de 2008
Expiração
Vago
Famílias destroçadas. Pessoas desencontradas. Sorrisos falsos. Histórias por contar. Nem tudo o que se vê é o que somos. Chorar e saber que ninguém te vai abraçar. Cada qual, ama do seu jeito. Somos como nos ensinaram a ser. Somos o que vemos. Aprendemos. Perguntas sem resposta. Futilidades. Pesadelos. Vidas miseráveis. Inveja. Amizades de conveniência. Doenças que nos atropelam. Dúvidas existenciais. Noites sem dormir. Solidão. Passado. Vazio. Medo.
As coisas são como são.

