11 de maio de 2009

Izzie:

"You never know the biggest day of your life is the biggest day. Not until it's happening. You don't recognize the biggest day of your life, not until you're right in the middle of it. The day you commit to something or someone. The day you get your heart broken. The day you meet your soul mate. The day you realize there's not enough time, because you wanna live forever. Those are the biggest days. The perfect days. You know?"


Grey's Anatomy

8 de maio de 2009

Se houvesse um título...

Chegou-me aos ouvidos que tinhas saudades. O meu coração bateu com tanta força como a que só tu sabes fazer bater. Mas o meu nome não foi proferido. Disseram que tinhas saudades disto. Das pessoas. Daqueles tempos. Não disseram que tinhas saudades minhas. E eu recuso-me a fazer parte “disto”, dessas pessoas, desses tempos. Não me chegou. Eu sou eu. E eu quero que um dia me chegue aos ouvidos que é de mim que tens saudades. De mim!

Ai, pára tudo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Preciso muito, mas tanto, da vossa ajuda! Na Nazaré, determinada noite, fui a um bar. E bebi um mojito, que estava muito bom, por sinal. Mas isto no fundo, não vos interessa muito. A questão é, nesse bar, ouvi um cd, uma cantora brasileira cantava músicas portuguesas, como sejam Tudo o que eu te dou, do Pedro Abrunhosa e outras, que de momento não me recordo. E aquilo era muito giro e eu estava a gostar muito de ouvir, mas não faço ideia que cantora seria, e que cd era esse. Alguém tem a bondade de me dizer? Há alguém desse lado que sabe??? Se houver, por favor não se acanhe, e diga! Eu dou-vos...sei lá...dou-vos um beijo! é isso, eu estou maluca, eu dou um beijo à pessoa que souber que cd é esse!!!!!!

Conto convosco!

Só por causa das coisas...


Mais uma foto da Nazaré!

Mau Maria!

Vamos nos sentar todos aqui um bocado, e vamos falar sobre liberdade. Não? Então falo eu, e vocês fazem o favor de ouvir (que é como quem diz, de ler). Eu acho muito bem, mas mesmo muito, que sejamos todos muito livres, e que possamos fazer tudo, e se houver tempo, mais alguma coisa. Mas e o respeito pelos outros? Eu sou a favor do respeito. Voto sempre sim, quando se trata do respeito. Mais, e o respeito pelo espaço e sossego dos outros? SIM. Muito Sim. E agora vocês estão confusos, é sempre assim, são muito sensíveis e ficam sempre muito confusos. Aprecio-vos, mas tanta confusão?! Passo então a explicar, não suporto, de todo, as pessoas que ouvem música nos transportes públicos, sem fones. Sabem? Aquelas que resolvem achar que toda gente tem vontade de ouvir a música que eles estão a ouvir, sabem? Essas pessoas bastante irritantes, por sinal. Porque vejamos, aquilo não é uma discoteca, ok? É um autocarro, é uma carruagem do metro, e se naquele momento somos um grupo, e estamos todos ali para o mesmo, esse mesmo não é "ouvir x música", não, esse mesmo é "ir a determinado sítio", logo ninguém tem a obrigação de ouvir uma música que se calhar não lhes apetece. Cada um pode querer, que ideia, ouvir a sua música, e não querer partilha-la. Alguma vez perguntaram às pessoas dos transportes "ei pessoal, querem ouvir este som que eu tenho aqui?". Não perguntaram pois não? Então deixem as pessoas sossegadas nas vidas delas!

Já para não falar, das pessoas que gostam do caracol da minha rua. (alguns de vós talvez não saibam que a minha rua é muito frequentada por pessoas que gostam de comer caracois). Imaginem, estacionam (se aquilo se pode chamar de estacionar) o carro no meio da rua, e põe o rádio em volume bastante (mesmo bastante) alto. E toda a rua tem de levar, num domingo à tarde, com a música de um senhor que está a comer o seu caracol. É de mim, ou isto ultrapassa um bocado aquilo que deve ser chamado de liberdade???

É caso para dizer, Mau Maria!

A Fórmula

Às vezes a fórmula não funciona. É assim, e é simples. O que é que se faz? Contínua-se a usar na tentativa que um dia, por milagre, passe a funcionar? Ou muda-se? Muda-se um ingrediente? Muda-se a forma como ela é preparada? Muda-se qualquer coisa. Ao fim de muitas tentativas, havemos de conseguir a fórmula certa, correcto? Aquela fórmula. A única formula que funciona. Certo? A fórmula que eu estava a usar, não estava a funcionar. Era a fórmula errada. Então eu mudei-a. Ainda estou em fase de experimentação, não sei se esta vai funcionar. Mas estou a tentar. Estou a tentar achar a minha fórmula.

4 de maio de 2009

Nazaré...

As minhas compras na Nazaré:



A vista do meu quarto:


E o ascensor? Eu mostro:



E o resto? Foi bom sim. Mesmo a calhar... Mais pormenores, no futuro!

30 de abril de 2009

Amanhã...

Fecho os olhos, uma e outra vez, na tentativa de esquecer que quase me afogava numa água que nunca cheguei a mergulhar. A cabeça pesa-me. Pesa-me como poucas vezes me lembro de pesar. Acabou. Um arrastar de tudo. Um arrastar de nada. Acabaram-se. Os sonhos. Aqueles. Morreu. A esperança. Aquela. E agora? É necessário virar a página, para não se enlouquecer. Mudar o rumo. Começar tudo de novo, se preciso. Visionar um barco, e tentar alcança-lo. Antes mesmo de me molhar.

Felizmente o dia está a acabar, e amanhã já vai estar tudo bem. E vou para a Nazaré. E venho de lá renovada. Porque tem de ser. Porque me restam duas alternativas, deitar-me no chão a lamentar-me ou levantar-me e fazer o caminho seguinte. Recomeçar. Naturalmente, sendo quem sou, opto pela segunda. Amanhã vai estar tudo bem.

E se eu fosse um vilão?





Ui.

29 de abril de 2009

Inexplicável.

Não sou de fé. Não sei se acredito num Deus. Não sei no que acredito. É isso, na verdade eu não sei. Mas às vezes, vezes como esta, apetecia-me entrar numa Igreja e gritar. Gritar-Lhe. Perguntar-Lhe porquê?! Pedir-Lhe satisfações. Dizer-Lhe umas coisas que eu cá sei. Dizer-Lhe que eu, mereço mais, e que um dia Ele há-de ver. E há-de!


Ele, que nem sequer acredito que exista. Penso nisso, acreditando que isso me traria algum alívio. Lógica? Não a há. É apenas o que é.