24 de abril de 2010

Vontade...

de lhe dizer, antes de fechar a porta "mete-me nojo".

Não. Para ser mais correcta, "a senhora dra. mete-me cá um nojo..."

11 de abril de 2010

Pensamentos....

Tenho perfeita noção que muitas vezes as pessoas têm dificuldade em entender as minhas opções. Acabam achar que sou exigente de mais, ou sonhadora... ou que simplesmente quero ir pelo caminho mais fácil.

Eu própria por vezes ponho-me em causa, "estarei a ser demasiado exigente? Será que espero da vida coisas impossíveis?". Mas na maior parte das vezes, sinceramente, chego à conclusão que não estou assim tão errada. Acho que tenho o direito de exigir da vida mais do que ela me dá, acho que adquiri esse direito. Não consigo, nem tenho a capacidade de ser feliz ou de que pelo menos me conformar com uma situação que não gosto. Não gosto nem sou capaz de ir todos os dias para um sítio onde não sou feliz. E se o poder evitar, porque não? Já passei pela minha parte de sacrifício, de não poder deixar de estar onde não queria. Não tive outro remédio, não havia volta a dar. Mas quando temos uma opção, as coisas podem ser diferentes.

Não sei se alguém consegue entender isso. Existem tão poucas pessoas que percebem o importante que é podermos decidir acerca da nossa vida. Podermos escolher os nossos dias. Podermos escolher quem queremos ser.

9 de abril de 2010

20 de março de 2010

Pensamentos

Engraçado isto, não te conheço, ou conheço-te tão pouco. Poucas palavras trocamos, vejo-te mais naquilo que escreves, não para mim, não sei se para alguém, mas sabes, sinto que era capaz de me apaixonar por ti. Talvez por isso...

28 de fevereiro de 2010

Às vezes

... falta-nos qualquer coisa!

24 de fevereiro de 2010

Hipocrisia

Hipocrisia, hoje e sempre. Por isto e por aquilo. À medida que as palavras me iam saindo eu observava-me do lado de fora, "serei mesmo eu a dizer tais coisas?". Com um sorriso nos lábios fiz parecer irrelevante o que não é. Fiz de fácil o dificil. Não só hoje, sempre. Ando (andamos) uma vida toda a enganar os outros. Fácil? Hipocrisia. Nunca foi.

1 de fevereiro de 2010

Isto sou eu...

Sentir-me eu, nem sempre é saber quem sou. Sentir-me eu, é ser confusa na maior parte do tempo. Mas sentir-me eu é ter vontade de sorrir, sempre. Sentir-me eu, é fazer uma piada de qualquer coisa. Sentir-me eu é ser sentida, e vista.

Isto sou eu, em mim, outra vez.

19 de janeiro de 2010

Falar por falar

Sabem, tenho saudades de blogar. Mas uma pessoa não tem nada em concreto para dizer, vai dizer o quê? Ah porque este tempo não tem jeito nenhum. Sim senhora que não tem, mas ora, qual é a novidade? Com certeza que os queridos e as queridas aí desse lado já chegaram a essa conclusão há algum tempo. Ah porque gostei muito de ver o Avatar. Também que novidade será essa? Toda a gente o viu e praticamente toda a gente gostou. Ah porque agora me deito com as galinhas... Pronto, aí está uma novidade que desconheciam. Valha-nos isso.

É chato isto da vida. Uma pessoa trabalha das 9h às 18h e todos os dias é isso e às tantas não há nada de novo para dizer...e eu bem que gostava de ter coisas novas para dizer. Ser adulto não tem graça nenhuma, Quero ser jovem e dinâmica. Quero baldar-me às aulas e jogar às cartas.

Mas bom, vou mas é jantar que daqui bocado são horas de dormir... hehehe

Pensamento do dia

"Torna real o que existe. O resto, logo se vê..."

3 de janeiro de 2010

É isso.

Sei que chegou um novo ano porque é isso que se diz por aí, mas sinceramente, de onde estou, sinto-me presa ao ano que supostamente já terminou. Eu gostava de avançar para o novo ano, de braços abertos, esperando tudo, ou nada, mas o que deveria ter terminado com o ano, não terminou, deixando-me em suspense, pendente, e por isso, agarrada a um ano que já não existe.

Não é melhor forma de começar um ano, pensarão vocês, assim, de forma tão negativa. Mas vejamos, o que é um Novo Ano, se não apenas parte integrante de uma sucessão de anos? O que é a mais o dia de hoje em relação a quatro dias atrás? Não consigo fazer reflexões ou novas resoluções para este ano que entra. Não consigo porque não funciona isso de planos, expectativas ou objectivos traçados. A vida é o dia a dia. Viver é sobreviver apenas ao dia de hoje. Isso do futuro, é para os outros talvez. Ou para ninguém. Dar-nos-emos por contentes se chegarmos ao fim do dia de hoje, com lucidez suficiente para ainda nos lembrarmos dele.

Não posso fazer reflexões sobre o melhor e o pior de um ano que não sei sequer se terminará. Talvez a única coisa que deveria acreditar seria que tudo o que lá começou, por lá terminasse. E agora, a página fosse nova. Branca. Mas isso seria se eu pudesse ainda acreditar. Um dia temos a mão cheia de sonhos. E no outro? Menos ainda do que já tínhamos.

Não vamos levar isto demasiado a sério, se faz favor. Não levemos nada demasiado a sério, aliás. O novo ano, quando começar, será uma sucessão de dias. E a minha única resolução é chegar ao fim dele, sem cair.