30 de abril de 2009

Amanhã...

Fecho os olhos, uma e outra vez, na tentativa de esquecer que quase me afogava numa água que nunca cheguei a mergulhar. A cabeça pesa-me. Pesa-me como poucas vezes me lembro de pesar. Acabou. Um arrastar de tudo. Um arrastar de nada. Acabaram-se. Os sonhos. Aqueles. Morreu. A esperança. Aquela. E agora? É necessário virar a página, para não se enlouquecer. Mudar o rumo. Começar tudo de novo, se preciso. Visionar um barco, e tentar alcança-lo. Antes mesmo de me molhar.

Felizmente o dia está a acabar, e amanhã já vai estar tudo bem. E vou para a Nazaré. E venho de lá renovada. Porque tem de ser. Porque me restam duas alternativas, deitar-me no chão a lamentar-me ou levantar-me e fazer o caminho seguinte. Recomeçar. Naturalmente, sendo quem sou, opto pela segunda. Amanhã vai estar tudo bem.

E se eu fosse um vilão?





Ui.

29 de abril de 2009

Inexplicável.

Não sou de fé. Não sei se acredito num Deus. Não sei no que acredito. É isso, na verdade eu não sei. Mas às vezes, vezes como esta, apetecia-me entrar numa Igreja e gritar. Gritar-Lhe. Perguntar-Lhe porquê?! Pedir-Lhe satisfações. Dizer-Lhe umas coisas que eu cá sei. Dizer-Lhe que eu, mereço mais, e que um dia Ele há-de ver. E há-de!


Ele, que nem sequer acredito que exista. Penso nisso, acreditando que isso me traria algum alívio. Lógica? Não a há. É apenas o que é.

Sem título, sem nada.

Dentro de mim, nada. Foi o quê afinal? Fecho os olhos com força, quando os abrir já não estou aqui. Mas, porra, estou! Estou, porra! Peço, mais uma vez, silêncio. Quero ouvir o que de mais profundo existe em mim. Silêncio. Escuto. Nada. No fim, nada muda. Porra, de uma vez!

28 de abril de 2009

Silêncio. Posso gritar?

26 de abril de 2009

Abram as cortinas...

Nesta minha vida, tudo é feito de esperas. Espero sempre. Espero tudo. Espero mais, muitas vezes. Se me foi dada alguma coisa à nascença, além de oportunidade de viver, foi paciência. Isso, felizmente (ou não tanto) não me falta. E a espera contínua. Permanece. Por este ou aquele motivo. Mais uma vez. Quem me dera que fosse a última vez.

Que comece então.

Sobre desilusões...

Vemos os outros pelo nosso espelho. Damos mais, sempre mais. O que recebemos quase sempre é pouco. Esperamos que sejam pelo menos um quarto do que somos. Quase sempre nos são nada. Damos tudo. Quase tudo. O que recebemos é cada vez menos. De todos... ou quase todos.

Hoje, mais ainda.

E se?

E se um dia eu desligasse os telemóveis? Não fosse à internet, e não atendesse o telefone? Será que seria mais feliz? Será que teria menos chatices?

Nunca pensaram nisso?

23 de abril de 2009

Point

Não sou exigente, só quero que todos os dias da minha vida, sejam os meus dias.

Mais selos...

Pois é, grande revolução que tem acontecido nos últimos dias da blogoesfera! Ou então acontecem normalmente e eu pela primeira vez vejo-me no meio de uma. Mas isto para vos dizer que como podem ver do vosso lado direito, tenho mais dois selinhos! Um deles novamente oferecido pela Lia Simpson e o outro é um símbolo de uma comunidade secreta (nem tanto) a que pertenço.

O selo feminino eu ofereço a todas as minhas queridas seguidoras. Tem regras, mas ainda não é hoje que as vou cumprir, mas quem quiser adiantar serviço, pode ir ao blog da Lia Simpson e ver.

Em breve cumpro as regras!